Autor: Jorge Bem
Álbum: Solta o pavão
Hoje eu escrevo pra quem crê e pra quem não crê. Escrevo pra quem tem fé e pra quem não tem. Escrevo pra quem devota esperança e confiança em algo/alguém e pra quem nem liga pra essas coisas.
É que a temática talvez envolva uma dimensão religiosa, mas na verdade, envolve a busca pelo bem.
Hoje é dia de São Jorge, o santo guerreiro, ou Ogum, o senhor das guerras e metais.
Essa semana eu vinha caminhando com Eduardo (meu namorado) e a gente tava falando de um ocorrido, aonde sentimos um ataque de inveja com a gente. Aí eu comecei a recitar a letra de Jorge da Capadócia (pra quem não sabe, Capadócia é a terra de Jorge, segundo a tradição católica e é onde Glória Peres mandou gravar aquelas cenas surreais na novela Salve Jorge – “A morena tá viva”) e Edu, mesmo cético, disse: “Nossa! Que bonito! De quem é?” Aí eu expliquei e seguimos caminho, e eu me sentia realmente mais protegido.
“Para que meus inimigos tenham pés, não me alcancem. Para que meus inimigos tenham mãos, não me peguem, não me toquem. Para que meus inimigos tenham olhos e não me vejam e nem mesmo um pensamento eles possam ter para me fazerem mal.”
Eu acho bom elevar o pensamento ao bem, ao bom. Mentalizar coisas que atraiam proteção. Fechar o corpo. Mainha sempre me disse que agente não conhece o coração das pessoas, então, já que não dá pra saber o que tão desejando pra mim, eu desejo pelo menos as coisas boas pra mim, né? Não dá pra arriscar!
Não se deixe abater pelas maldades dazinimigas. Você acreditando ou não na força de Jorge/Ogum, deseje coisas boas pra sua vida. Eu me visto com as roupas de Jorge, que é uma força de luz. Se vista de acordo com seus pensamentos o que também pode ser bom pra você. Proteção nunca é demais.
PS. Jorge Ben cantando isso no último show dele que eu fui, foi uma coisa de louco, minha gente!
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